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Et 4:17 Então Mardoqueu foi, e fez conforme a tudo quanto Ester lhe ordenou.
4:1 ENTÃO respondeu Elifaz o temanita, e disse:
4:2 Se intentarmos falar-te, enfadar-te-ás? Mas quem poderia conter as palavras?
4:3 Eis que ensinaste a muitos, e tens fortalecido as mãos fracas.
4:4 As tuas palavras firmaram os que tropeçavam e os joelhos desfalecentes tens fortalecido.
4:5 Mas agora, que se trata de ti, te enfadas; e tocando-te a ti, te perturbas.
4:6 Porventura não é o teu temor de Deus a tua confiança, e a tua esperança a integridade dos teus caminhos?
4:7 Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?
4:8 Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo.
4:9 Com o hálito de Deus perecem; e com o sopro da sua ira se consomem.
4:10 O rugido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos se quebram.
4:11 Perece o leão velho, porque não tem presa; e os filhos da leoa andam dispersos.
4:12 Uma coisa me foi trazida em segredo; e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.
4:13 Entre pensamentos vindos de visões da noite, quando cai sobre os homens o sono profundo,
4:14 Sobrevieram-me o espanto e o tremor, e todos os meus ossos estremeceram.
4:15 Então um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos da minha carne.
4:16 Parou ele, porém não conheci a sua feição; um vulto estava diante dos meus olhos; houve silêncio, e ouvi uma voz que dizia:
4:17 Seria porventura o homem mais justo do que Deus? Seria porventura o homem mais puro do que o seu Criador?
4:18 Eis que ele não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui loucura;
4:19 Quanto menos àqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são esmagados como a traça!
4:20 Desde a manhã até à tarde são despedaçados; e eternamente perecem sem que disso se faça caso.
4:21 Porventura não passa com eles a sua excelência? Morrem, mas sem sabedoria.
Sl 4:1 OUVE-ME quando eu clamo, ó Deus da minha justiça, na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.
Sl 4:2 Filhos dos homens, até quando convertereis a minha glória em infâmia? Até quando amareis a vaidade e buscareis a mentira? (Selá.)
Sl 4:3 Sabei, pois, que o SENHOR separou para si aquele que é piedoso; o SENHOR ouvirá quando eu clamar a ele.
Sl 4:4 Perturbai-vos e não pequeis; falai com o vosso coração sobre a vossa cama, e calai-vos. (Selá.)
Sl 4:5 Oferecei sacrifícios de justiça, e confiai no SENHOR.
Sl 4:6 Muitos dizem: Quem nos mostrará o bem? SENHOR, exalta sobre nós a luz do teu rosto.
Sl 4:7 Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se lhes multiplicaram o trigo e o vinho.
Sl 4:8 Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes habitar em segurança.
Pv 4:1 OUVI, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes a prudência.
Pv 4:2 Pois dou-vos boa doutrina; não deixeis a minha lei.
Pv 4:3 Porque eu era filho tenro na companhia de meu pai, e único diante de minha mãe.
Pv 4:4 E ele me ensinava e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive.
Pv 4:5 Adquire sabedoria, adquire inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca.
Pv 4:6 Não a abandones e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá.
Pv 4:7 A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento.
Pv 4:8 Exalta-a, e ela te exaltará; e, abraçando-a tu, ela te honrará.
Pv 4:9 Dará à tua cabeça um diadema de graça e uma coroa de glória te entregará.
Pv 4:10 Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se multiplicarão os anos da tua vida.
Pv 4:11 No caminho da sabedoria te ensinei, e por veredas de retidão te fiz andar.
Pv 4:12 Por elas andando, não se embaraçarão os teus passos; e se correres não tropeçarás.
Pv 4:13 Apega-te à instrução e não a largues; guarda-a, porque ela é a tua vida.
Pv 4:14 Não entres pela vereda dos ímpios, nem andes no caminho dos maus.
Pv 4:15 Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo.
Pv 4:16 Pois não dormem, se não fizerem mal, e foge deles o sono se não fizerem alguém tropeçar.
Pv 4:17 Porque comem o pão da impiedade, e bebem o vinho da violência.
Pv 4:18 Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.
Pv 4:19 O caminho dos ímpios é como a escuridão; nem sabem em que tropeçam.
Pv 4:20 Filho meu, atenta para as minhas palavras; às minhas razões inclina o teu ouvido.
Pv 4:21 Não as deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-as no íntimo do teu coração.
Pv 4:22 Porque são vida para os que as acham, e saúde para todo o seu corpo.
Pv 4:23 Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.
Pv 4:24 Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios.
Pv 4:25 Os teus olhos olhem para a frente, e as tuas pálpebras olhem direto diante de ti.
Pv 4:26 Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam bem ordenados!
Pv 4:27 Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal.
Ec 4:1 DEPOIS voltei-me, e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos que foram oprimidos e dos que não têm consolador, e a força estava do lado dos seus opressores; mas eles não tinham consolador.
Ec 4:2 Por isso eu louvei os que já morreram, mais do que os que vivem ainda.
Ec 4:3 E melhor que uns e outros é aquele que ainda não é; que não viu as más obras que se fazem debaixo do sol.
Ec 4:4 Também vi eu que todo o trabalho, e toda a destreza em obras, traz ao homem a inveja do seu próximo. Também isto é vaidade e aflição de espírito.
Ec 4:5 O tolo cruza as suas mãos, e come a sua própria carne.
Ec 4:6 Melhor é a mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com trabalho, e aflição de espírito.
Ec 4:7 Outra vez me voltei, e vi vaidade debaixo do sol.
Ec 4:8 Há um que é só, e não tem ninguém, nem tampouco filho nem irmão; e contudo não cessa do seu trabalho, e também seus olhos não se satisfazem com riqueza; nem diz: Para quem trabalho eu, privando a minha alma do bem? Também isto é vaidade e enfadonha ocupação.
Ec 4:9 Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.
Ec 4:10 Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante.
Ec 4:11 Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará?
Ec 4:12 E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.
Ec 4:13 Melhor é a criança pobre e sábia do que o rei velho e insensato, que não se deixa mais admoestar.
Ec 4:14 Porque um sai do cárcere para reinar; enquanto outro, que nasceu em seu reino, torna-se pobre.
Ec 4:15 Vi a todos os viventes andarem debaixo do sol com a criança, a sucessora, que ficará no seu lugar.
Ec 4:16 Não tem fim todo o povo que foi antes dele; tampouco os que lhe sucederem se alegrarão dele. Na verdade que também isto é vaidade e aflição de espírito.
Ct 4:1 EIS que és formosa, meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas entre as tuas tranças; o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade.
Ct 4:2 Os teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma há estéril entre elas.
Ct 4:3 Os teus lábios são como um fio de escarlate, e o teu falar é agradável; a tua fronte é qual um pedaço de romã entre os teus cabelos.
Ct 4:4 O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, todos broquéis de poderosos.
Ct 4:5 Os teus dois seios são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
Ct 4:6 Até que refresque o dia, e fujam as sombras, irei ao monte da mirra, e ao outeiro do incenso.
Ct 4:7 Tu és toda formosa, meu amor, e em ti não há mancha.
Ct 4:8 Vem comigo do Líbano, ó minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermom, desde os covis dos leões, desde os montes dos leopardos.
Ct 4:9 Enlevaste-me o coração, minha irmã, minha esposa; enlevaste-me o coração com um dos teus olhares, com um colar do teu pescoço.
Ct 4:10 Que belos são os teus amores, minha irmã, esposa minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho! E o aroma dos teus ungüentos do que o de todas as especiarias!
Ct 4:11 Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro dos teus vestidos é como o cheiro do Líbano.
Ct 4:12 Jardim fechado és tu, minha irmã, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.
Ct 4:13 Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes, o cipreste com o nardo.
Ct 4:14 O nardo, e o açafrão, o cálamo, e a canela, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e aloés, com todas as principais especiarias.
Ct 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano!
Ct 4:16 Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes!
Is 4:1 E SETE mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio.
Is 4:2 Naquele dia o renovo do SENHOR será cheio de beleza e de glória; e o fruto da terra excelente e formoso para os que escaparem de Israel.
Is 4:3 E será que aquele que for deixado em Sião, e ficar em Jerusalém, será chamado santo; todo aquele que estiver inscrito entre os viventes em Jerusalém;
Is 4:4 Quando o Senhor lavar a imundícia das filhas de Sião, e limpar o sangue de Jerusalém, do meio dela, com o espírito de justiça, e com o espírito de ardor.
Is 4:5 E criará o SENHOR sobre todo o lugar do monte de Sião, e sobre as suas assembléias, uma nuvem de dia e uma fumaça, e um resplendor de fogo flamejante de noite; porque sobre toda a glória haverá proteção.
Is 4:6 E haverá um tabernáculo para sombra contra o calor do dia; e para refúgio e esconderijo contra a tempestade e a chuva.
Jr 4:1 SE voltares, ó Israel, diz o SENHOR, volta para mim; e se tirares as tuas abominações de diante de mim, não andarás mais vagueando,
Jr 4:2 E jurarás: Vive o SENHOR na verdade, no juízo e na justiça; e nele se bendirão as nações, e nele se gloriarão.
Jr 4:3 Porque assim diz o SENHOR aos homens de Judá e a Jerusalém: Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.
Jr 4:4 Circuncidai-vos ao SENHOR, e tirai os prepúcios do vosso coração, ó homens de Judá e habitantes de Jerusalém, para que o meu furor não venha a sair como fogo, e arda de modo que não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras.
Jr 4:5 Anunciai em Judá, e fazei ouvir em Jerusalém, e dizei: Tocai a trombeta na terra, gritai em alta voz, dizendo: Ajuntai-vos, e entremos nas cidades fortificadas.

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