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  • Cristo e o Antigo Testamento

    “Então, desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou, como a carne de um menino, e ficou purificado” (2 Rs 5.14).

    Um dos ensinos fundamentais do NT é que Jesus Cristo (o Messias) e o cumprimento do AT. O livro de Hebreus mostra que Cristo é o herdeiro de tudo o que Deus falou através dos profetas (Hb 1.1.2). O próprio Jesus asseverou que viera para cumprir a lei e os profetas (Mt 5.17). Após a sua gloriosa ressurreição, Ele demonstrou aos seus seguidores, tendo por base a lei de Moisés, os profetas e os salmos, i.e., as três principais divisões do AT (HEBRAICO) QUE Deus predissera, há muito tempo, tudo quanto lhe havia sucedido (Lc 24.25-27,44-46). Para melhor compreendermos as profecias do AT a respeito de Jesus Cristo, precisamos ver algo da tipologia bíblica.

    PRINCIPIOS DE TIPOLOGIA
    O estudo cuidadoso do AT revela elementos chamados tipos (do grego typos) que têm seu cumprimento na vinda do Messias (que é o antitipo); noutras palavras, há uma correspondência entre certas pessoas, eventos ou coisas do AT e Jesus Cristo no NT. Note-se dois princípios básicos concernentes a essa forma de profecia e seu cumprimento:
    Para um trecho do AT prenunciar a Cristo, é preciso sempre analisar o referido com um acontecimento na história divina da redenção, i.e., devemos primeiramente analisar o trecho do AT sob o aspecto histórico, e então ver de que modo ele prenuncia a vinda de Jesus Cristo como o Messias prometido.
    é preciso reconhecer que o cumprimento messiânico de um trecho do AT está geralmente num plano espiritual mais elevado do que o evento registrado no AT. Na realidade, os personagens de determinado acontecimento bíblico por certo não perceberam que o que estavam vivenciando era um prenúncio profético sobre o Filho de Deus que um dia viria aqui.
    Por exemplo, Davi sem dúvida não percebeu que, ao escrever o Salmo 22, seu sofrimento era uma forma de profecia do sofrimento de Cristo na cruz. Nem os judeus expatriados e chorosos que passavam pelo túmulo de Raquel em Rama (Jr 31.15) sabiam que um dia o seu pranto teria cumprimento profético na morte de todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém (Mt 2.18). Quase sempre, só à luz do NT é que percebe-se que um trecho do AT é uma profecia a respeito de nosso Senhor.

    CATEGORIAS DE TIPOS PROFÉTICOS
    Há pelo menos quatro formas pelas quais o AT prenuncia e profetiza a vinda de Cristo pata o NT:
    Textos específicos do AT citados no NT. Certos trechos do AT são manifestamente profecias sobre Cristo, porque o NT os cita como tais. Por exemplo, Mateus cita Is 7.14 para comprovar que o AT profetizava aí o nascimento virginal de Cristo (Mt 1.23), e Mq 5.2 para comprovar que Jesus devia nascer em Belém (Mt 2.6). Marcos observa aos seus leitores (Mc 1.2,3) que a vinda de João Batista como precursor de Cristo fora profetizada tanto por Isaías (Is 40.3), quanto por Malaquias (Ml 3.1). Zacarias predisse a entrada triunfante de Jesus em Jerusalém no domingo que precede a Páscoa (Zc 9.9; cf, Mt 21.1-5; Jô 12.14,15). A experiência de Davi, descrita em Sl 22.18, prenuncia os soldados ao derredor da cruz, dividindo entre si as vestes de Jesus (Jô 19.23,24), e sua declaração no Sl 16.8-11 é interpretada como uma clara predição da ressurreição de Jesus (At 2.25-32; 13,35-37). O livro de Hebreus afirma que Melquisedeque (cf. Gn 14.18-20. Sl 110.4) é um tipo de Cristo, nosso eterno Sumo Sacerdote. Muitos outros exemplos poderiam ser citados.
    Alusões a passagens do AT pelos escritores do NT. Outra forma de revelação de Cristo no AT consiste em passos do NT que, mesmo sem citação direta, referem-se a pessoas, eventos ou objetos do AT prefigurando profeticamente a Cristo. Por exemplo, no primeiro de todos os textos proféticos da Bíblia (Gn 3.15), Deus promete que enviará o descendente da mulher para ferir a cabeça da serpente. Certamente, Paulo tinha em mente esse trecho quando declarou que Cristo nasceu de mulher para redimir os que estavam debaixo da lei (Gl 4.4,5; cf. Rm 16.20). João, igualmente, declara que o Filho de Deus veio “para desfazer as obras do diabo” (1 Jo 3.8). A referência de João Batista a Jesus como Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29,36), recua a Lv 16 e Is 53.7. A referência de Paulo a Jesus como “nossa páscoa” (1 Co 5.7) revela que o sacrifício do cordeiro pascoal profetizava a morte de Cristo em nosso favor (Ex 12.1-14). O próprio Jesus declarou que o ato de Moisés, ao levantar a serpente no deserto (Nm 21.4-9) era uma profecia a respeito dEle, quando pendurado na cruz. E quando João diz que Jesus, o Verbo de Deus, participou da criação de todas as coisas (Jo 1.1-3), não podemos deixar de pensar em Sl 33.6: “Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus” (cf. Hb 1.3,10-12), Essas são apenas algumas das alusões no NT a passos do AT referentes a Cristo.
    Pessoas, eventos e objetos do AT que apontam para a redenção. O êxodo de Israel do Egito, que em todo o AT é visto como o maior evento redentor do antigo concerto, prefigura Cristo e a redenção que Ele efetuou no novo concerto. Alguns tipos do livro de Êxodo que prenunciam Cristo e suja obra redentora são: Moisés, a Páscoa, a travessia do mar Vermelho, o maná, a água que brotou da rocha, o Tabernáculo com seus pertences e o sumo sacerdote.
    Eventos do AT que prefiguram o modo de Deus lidar com o crente em Cristo. Muitos fatos do AT constituem uma das formas de Deus lidar com o seu povo, tendo seu real cumprimento em Jesus Cristo. Note os seguintes exemplos: (a) Abraão teve de esperar com paciência por quase vinte e cinco anos até Deus sarar a madre de Sara e lhes dar Isaque. Abraão nada poderia fazer para apressar o nascimento do filho prometido por Deus. Fato idêntico cumpriu-se no NT, quando Deus enviou seu próprio Filho como Salvador do mundo, ao chegar a plenitude dos tempos (Gl 4.4); o ser humano nada podia fazer para apressar esse momento. Nossa salvação é obra única e exclusiva de Deus (Cf. Jo 3.16), e jamais pelo esforço humano. (b) Antes dos israelitas serem libertos do Egito pelo poder gracioso de Deus, em aflição eles clamavam por socorro seus inimigos (Ex 2.23,24; 3.7). Temos aí um indício profético do plano divino de nossa redenção em Cristo. O pecador, antes do seu livramento pela graça de Deus, do jogo do pecado e dos inimigos espirituais, precisa clamar arrependido e recorrer à graça salvífica de Deus (cf. At 2.37,38; 16.29-32; 17.30,31). Todos aqueles que invocarem o nome do Senhor serão salvos. (c) Quanto Naamã, o siro, buscou a cura da sua lepra, recorrendo ao Deus de Israel, recebeu a ordem de lavar-se sete vezes no rio Jordão. Essa ordem inicialmente provocou ira nele, o qual a seguir, humilhou-se e submeteu-se ao banho no Jordão, para ser curado (2 Rs 5.1-14). No fato de a graça salvífica de Deus transpor os limites da nação de Israel, temos uma antevisão de Jesus e o novo concerto (cf. Lc 4.27. At 22.21; Rm 15.8-12), e também do fato que, para recebermos a salvação, precisamos renunciar ao orgulho, humilhar-nos diante de Deus (cf. Tg 4.10; 1 Pe 5.6) e receber a purificação pelo sangue de Jesus (cf. At 22.16; 1 Co 6.11; Tt 3.5; 1 Jo 1.7,9; Ap 1.5).

    Em resumo
    O Antigo Testamento marra histórias de pessoas piedosas que nos servem de modelo e exemplo (cf.1 Co 10.1-13; Hb 11; Tg 5.16-18), mas ele vai além disso; ele (o AT) “ele nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados” (Gl 3.24).
  • Cecilia Bernardo
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  • DE QUE VALEM MEUS IMPOSTOS
    (CHOQUE DE ORDEM JÁ)
    Desde a primeira jornalista assassinada em minha época no morro da providencia, passei a ter olhos mais críticos, até que me tornei jornalista. Em fim, durante a faculdade, Tim Lopes se foi, a irmã de Victor Belford, dentre outros cujas mortes nos esclareceram bem a falsa moralidade do Estado que vivemos. Constatamos que nossos impostos ao tempo que nos escravizam e enriquecem poderosos canalhocratas, também nos deixam reféns de grupos criminosos, e de uma ignorante e oportunista sociedade de falsos moralistas, andarilhos em busca do próprio bem viverem.
    Nesta décima carta quero epigrafar o miserável aglomerado do chamado de bairro Santo Cristo, ou como diziam os antigos, o Morro do Pinto, ou ainda, o bairro de Mont Serrat. Este miserável aglomerado esquecido por completo pelas tidas autoridades, que esquecem que naquele lugar também tem contribuintes, agora, os deixam reféns da própria sorte: O trafico se instalou na Nabuco de Freitas com fuga pelo beco das escadinhas, que sai na farnese, e fez extensões tanto na Carlos Gomes com vista para rua sara, quanto na Moreira pinto com fuga para kingongo e barão de angra. Ao visitar parentes por apenas uma semana fiquei horrorizada de como a cultura e educação daquele miserável lugar, se compara hoje aos mais desprezíveis antros daqueles que vivem com a desgraça da fome e do miserável sentimento das posses, como se acometidos fossem do próprio câncer.
    Com a proibição da entrada policial, estacas são fincadas nas ruas, passagens são proibidas, e a intimidação fica patente pelas mãos que sustentam as armas. Entretanto, não é apenas a bandidagem que usufrui do desamparo local, mas o caos é generalizado, visto a ausência do poder publico gabaritar aos ignorantes moradores a transformarem as vias publicas em espaços privativos.
    Na rua da antiga behring moradores estão pondo vasos de planta no meio da rua para impedir o livre estacionamento. Os veículos furados por tiros tem se tornado uma rotina. Na rua Mont’Alverne carros foram arrombados na madrugada. Na rua Nabuco residências foram invadidas. Na rua Saldanha Marinho um veiculo teve os quatro pneus furados nas laterais. Na Farnese vidros frontais e traseiros foram danificados. Todos esses episódios não são resultados de confrontos policiais, mas sim de moradores que se julgam donos do espaço publico frente a sua residência, então, destroem o patrimônio alheio.
    Impressionante foi passar mais uma vez pela Rua Mariano Procópio, onde desde o numero 19 até aos 23 pude observar incríveis latas de concreto no meio da via publica, retirando o direito do livre estacionamento que deveria estar sendo garantido pelas autoridades constituídas. Como se não bastasse até cones de propriedade da porto maravilha estão sendo usados diante de residências para coibirem os estacionamentos que são, por Lei, garantidos.
    Quero finalizar dizendo que a respeitos de tantas arbitrariedades e ignorâncias, não estou falando por mim mesma, pois resido em lugar bem mais civilizado, mas quero sim, enfatizar minha indignação, por governantes que se deleitam nos impostos, enquanto os que os sustentam são vitimados por tamanhas atrocidades.
    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.
  • DE QUE VALEM MEUS IMPOSTOS
    (CHOQUE DE ORDEM JÁ)
    Desde a primeira jornalista assassinada em minha época no morro da providencia, passei a ter olhos mais críticos, até que me tornei jornalista. Em fim, durante a faculdade, Tim Lopes se foi, a irmã de Victor Belford, dentre outros cujas mortes nos esclareceram bem a falsa moralidade do Estado que vivemos. Constatamos que nossos impostos ao tempo que nos escravizam e enriquecem poderosos canalhocratas, também nos deixam reféns de grupos criminosos, e de uma ignorante e oportunista sociedade de falsos moralistas, andarilhos em busca do próprio bem viverem.
    Nesta décima carta quero epigrafar o miserável aglomerado do chamado de bairro Santo Cristo, ou como diziam os antigos, o Morro do Pinto, ou ainda, o bairro de Mont Serrat. Este miserável aglomerado esquecido por completo pelas tidas autoridades, que esquecem que naquele lugar também tem contribuintes, agora, os deixam reféns da própria sorte: O trafico se instalou na Nabuco de Freitas com fuga pelo beco das escadinhas, que sai na farnese, e fez extensões tanto na Carlos Gomes com vista para rua sara, quanto na Moreira pinto com fuga para kingongo e barão de angra. Ao visitar parentes por apenas uma semana fiquei horrorizada de como a cultura e educação daquele miserável lugar, se compara hoje aos mais desprezíveis antros daqueles que vivem com a desgraça da fome e do miserável sentimento das posses, como se acometidos fossem do próprio câncer.
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    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.
  • DE QUE VALEM MEUS IMPOSTOS
    (CHOQUE DE ORDEM JÁ)
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    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.
  • DE QUE VALEM MEUS IMPOSTOS
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    Desde a primeira jornalista assassinada em minha época no morro da providencia, passei a ter olhos mais críticos, até que me tornei jornalista. Em fim, durante a faculdade, Tim Lopes se foi, a irmã de Victor Belford, dentre outros cujas mortes nos esclareceram bem a falsa moralidade do Estado que vivemos. Constatamos que nossos impostos ao tempo que nos escravizam e enriquecem poderosos canalhocratas, também nos deixam reféns de grupos criminosos, e de uma ignorante e oportunista sociedade de falsos moralistas, andarilhos em busca do próprio bem viverem.
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    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.
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    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.
  • DE QUE VALEM MEUS IMPOSTOS
    (CHOQUE DE ORDEM JÁ)
    Desde a primeira jornalista assassinada em minha época no morro da providencia, passei a ter olhos mais críticos, até que me tornei jornalista. Em fim, durante a faculdade, Tim Lopes se foi, a irmã de Victor Belford, dentre outros cujas mortes nos esclareceram bem a falsa moralidade do Estado que vivemos. Constatamos que nossos impostos ao tempo que nos escravizam e enriquecem poderosos canalhocratas, também nos deixam reféns de grupos criminosos, e de uma ignorante e oportunista sociedade de falsos moralistas, andarilhos em busca do próprio bem viverem.
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    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.
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    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.
  • DE QUE VALEM MEUS IMPOSTOS
    (CHOQUE DE ORDEM JÁ)
    Desde a primeira jornalista assassinada em minha época no morro da providencia, passei a ter olhos mais críticos, até que me tornei jornalista. Em fim, durante a faculdade, Tim Lopes se foi, a irmã de Victor Belford, dentre outros cujas mortes nos esclareceram bem a falsa moralidade do Estado que vivemos. Constatamos que nossos impostos ao tempo que nos escravizam e enriquecem poderosos canalhocratas, também nos deixam reféns de grupos criminosos, e de uma ignorante e oportunista sociedade de falsos moralistas, andarilhos em busca do próprio bem viverem.
    Nesta décima carta quero epigrafar o miserável aglomerado do chamado de bairro Santo Cristo, ou como diziam os antigos, o Morro do Pinto, ou ainda, o bairro de Mont Serrat. Este miserável aglomerado esquecido por completo pelas tidas autoridades, que esquecem que naquele lugar também tem contribuintes, agora, os deixam reféns da própria sorte: O trafico se instalou na Nabuco de Freitas com fuga pelo beco das escadinhas, que sai na farnese, e fez extensões tanto na Carlos Gomes com vista para rua sara, quanto na Moreira pinto com fuga para kingongo e barão de angra. Ao visitar parentes por apenas uma semana fiquei horrorizada de como a cultura e educação daquele miserável lugar, se compara hoje aos mais desprezíveis antros daqueles que vivem com a desgraça da fome e do miserável sentimento das posses, como se acometidos fossem do próprio câncer.
    Com a proibição da entrada policial, estacas são fincadas nas ruas, passagens são proibidas, e a intimidação fica patente pelas mãos que sustentam as armas. Entretanto, não é apenas a bandidagem que usufrui do desamparo local, mas o caos é generalizado, visto a ausência do poder publico gabaritar aos ignorantes moradores a transformarem as vias publicas em espaços privativos.
    Na rua da antiga behring moradores estão pondo vasos de planta no meio da rua para impedir o livre estacionamento. Os veículos furados por tiros tem se tornado uma rotina. Na rua Mont’Alverne carros foram arrombados na madrugada. Na rua Nabuco residências foram invadidas. Na rua Saldanha Marinho um veiculo teve os quatro pneus furados nas laterais. Na Farnese vidros frontais e traseiros foram danificados. Todos esses episódios não são resultados de confrontos policiais, mas sim de moradores que se julgam donos do espaço publico frente a sua residência, então, destroem o patrimônio alheio.
    Impressionante foi passar mais uma vez pela Rua Mariano Procópio, onde desde o numero 19 até aos 23 pude observar incríveis latas de concreto no meio da via publica, retirando o direito do livre estacionamento que deveria estar sendo garantido pelas autoridades constituídas. Como se não bastasse até cones de propriedade da porto maravilha estão sendo usados diante de residências para coibirem os estacionamentos que são, por Lei, garantidos.
    Quero finalizar dizendo que a respeitos de tantas arbitrariedades e ignorâncias, não estou falando por mim mesma, pois resido em lugar bem mais civilizado, mas quero sim, enfatizar minha indignação, por governantes que se deleitam nos impostos, enquanto os que os sustentam são vitimados por tamanhas atrocidades.
    Norma CARNEIRO, jornalista e candidata a vereadora.

  • Cristo e o Antigo Testamento

    “Então, desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou, como a carne de um menino, e ficou purificado” (2 Rs 5.14).

    Um dos ensinos fundamentais do NT é que Jesus Cristo (o Messias) e o cumprimento do AT. O livro de Hebreus mostra que Cristo é o herdeiro de tudo o que Deus falou através dos profetas (Hb 1.1.2). O próprio Jesus asseverou que viera para cumprir a lei e os profetas (Mt 5.17). Após a sua gloriosa ressurreição, Ele demonstrou aos seus seguidores, tendo por base a lei de Moisés, os profetas e os salmos, i.e., as três principais divisões do AT (HEBRAICO) QUE Deus predissera, há muito tempo, tudo quanto lhe havia sucedido (Lc 24.25-27,44-46). Para melhor compreendermos as profecias do AT a respeito de Jesus Cristo, precisamos ver algo da tipologia bíblica.

    PRINCIPIOS DE TIPOLOGIA
    O estudo cuidadoso do AT revela elementos chamados tipos (do grego typos) que têm seu cumprimento na vinda do Messias (que é o antitipo); noutras palavras, há uma correspondência entre certas pessoas, eventos ou coisas do AT e Jesus Cristo no NT. Note-se dois princípios básicos concernentes a essa forma de profecia e seu cumprimento:
    Para um trecho do AT prenunciar a Cristo, é preciso sempre analisar o referido com um acontecimento na história divina da redenção, i.e., devemos primeiramente analisar o trecho do AT sob o aspecto histórico, e então ver de que modo ele prenuncia a vinda de Jesus Cristo como o Messias prometido.
    é preciso reconhecer que o cumprimento messiânico de um trecho do AT está geralmente num plano espiritual mais elevado do que o evento registrado no AT. Na realidade, os personagens de determinado acontecimento bíblico por certo não perceberam que o que estavam vivenciando era um prenúncio profético sobre o Filho de Deus que um dia viria aqui.
    Por exemplo, Davi sem dúvida não percebeu que, ao escrever o Salmo 22, seu sofrimento era uma forma de profecia do sofrimento de Cristo na cruz. Nem os judeus expatriados e chorosos que passavam pelo túmulo de Raquel em Rama (Jr 31.15) sabiam que um dia o seu pranto teria cumprimento profético na morte de todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém (Mt 2.18). Quase sempre, só à luz do NT é que percebe-se que um trecho do AT é uma profecia a respeito de nosso Senhor.

    CATEGORIAS DE TIPOS PROFÉTICOS
    Há pelo menos quatro formas pelas quais o AT prenuncia e profetiza a vinda de Cristo pata o NT:
    Textos específicos do AT citados no NT. Certos trechos do AT são manifestamente profecias sobre Cristo, porque o NT os cita como tais. Por exemplo, Mateus cita Is 7.14 para comprovar que o AT profetizava aí o nascimento virginal de Cristo (Mt 1.23), e Mq 5.2 para comprovar que Jesus devia nascer em Belém (Mt 2.6). Marcos observa aos seus leitores (Mc 1.2,3) que a vinda de João Batista como precursor de Cristo fora profetizada tanto por Isaías (Is 40.3), quanto por Malaquias (Ml 3.1). Zacarias predisse a entrada triunfante de Jesus em Jerusalém no domingo que precede a Páscoa (Zc 9.9; cf, Mt 21.1-5; Jô 12.14,15). A experiência de Davi, descrita em Sl 22.18, prenuncia os soldados ao derredor da cruz, dividindo entre si as vestes de Jesus (Jô 19.23,24), e sua declaração no Sl 16.8-11 é interpretada como uma clara predição da ressurreição de Jesus (At 2.25-32; 13,35-37). O livro de Hebreus afirma que Melquisedeque (cf. Gn 14.18-20. Sl 110.4) é um tipo de Cristo, nosso eterno Sumo Sacerdote. Muitos outros exemplos poderiam ser citados.
    Alusões a passagens do AT pelos escritores do NT. Outra forma de revelação de Cristo no AT consiste em passos do NT que, mesmo sem citação direta, referem-se a pessoas, eventos ou objetos do AT prefigurando profeticamente a Cristo. Por exemplo, no primeiro de todos os textos proféticos da Bíblia (Gn 3.15), Deus promete que enviará o descendente da mulher para ferir a cabeça da serpente. Certamente, Paulo tinha em mente esse trecho quando declarou que Cristo nasceu de mulher para redimir os que estavam debaixo da lei (Gl 4.4,5; cf. Rm 16.20). João, igualmente, declara que o Filho de Deus veio “para desfazer as obras do diabo” (1 Jo 3.8). A referência de João Batista a Jesus como Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29,36), recua a Lv 16 e Is 53.7. A referência de Paulo a Jesus como “nossa páscoa” (1 Co 5.7) revela que o sacrifício do cordeiro pascoal profetizava a morte de Cristo em nosso favor (Ex 12.1-14). O próprio Jesus declarou que o ato de Moisés, ao levantar a serpente no deserto (Nm 21.4-9) era uma profecia a respeito dEle, quando pendurado na cruz. E quando João diz que Jesus, o Verbo de Deus, participou da criação de todas as coisas (Jo 1.1-3), não podemos deixar de pensar em Sl 33.6: “Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus” (cf. Hb 1.3,10-12), Essas são apenas algumas das alusões no NT a passos do AT referentes a Cristo.
    Pessoas, eventos e objetos do AT que apontam para a redenção. O êxodo de Israel do Egito, que em todo o AT é visto como o maior evento redentor do antigo concerto, prefigura Cristo e a redenção que Ele efetuou no novo concerto. Alguns tipos do livro de Êxodo que prenunciam Cristo e suja obra redentora são: Moisés, a Páscoa, a travessia do mar Vermelho, o maná, a água que brotou da rocha, o Tabernáculo com seus pertences e o sumo sacerdote.
    Eventos do AT que prefiguram o modo de Deus lidar com o crente em Cristo. Muitos fatos do AT constituem uma das formas de Deus lidar com o seu povo, tendo seu real cumprimento em Jesus Cristo. Note os seguintes exemplos: (a) Abraão teve de esperar com paciência por quase vinte e cinco anos até Deus sarar a madre de Sara e lhes dar Isaque. Abraão nada poderia fazer para apressar o nascimento do filho prometido por Deus. Fato idêntico cumpriu-se no NT, quando Deus enviou seu próprio Filho como Salvador do mundo, ao chegar a plenitude dos tempos (Gl 4.4); o ser humano nada podia fazer para apressar esse momento. Nossa salvação é obra única e exclusiva de Deus (Cf. Jo 3.16), e jamais pelo esforço humano. (b) Antes dos israelitas serem libertos do Egito pelo poder gracioso de Deus, em aflição eles clamavam por socorro seus inimigos (Ex 2.23,24; 3.7). Temos aí um indício profético do plano divino de nossa redenção em Cristo. O pecador, antes do seu livramento pela graça de Deus, do jogo do pecado e dos inimigos espirituais, precisa clamar arrependido e recorrer à graça salvífica de Deus (cf. At 2.37,38; 16.29-32; 17.30,31). Todos aqueles que invocarem o nome do Senhor serão salvos. (c) Quanto Naamã, o siro, buscou a cura da sua lepra, recorrendo ao Deus de Israel, recebeu a ordem de lavar-se sete vezes no rio Jordão. Essa ordem inicialmente provocou ira nele, o qual a seguir, humilhou-se e submeteu-se ao banho no Jordão, para ser curado (2 Rs 5.1-14). No fato de a graça salvífica de Deus transpor os limites da nação de Israel, temos uma antevisão de Jesus e o novo concerto (cf. Lc 4.27. At 22.21; Rm 15.8-12), e também do fato que, para recebermos a salvação, precisamos renunciar ao orgulho, humilhar-nos diante de Deus (cf. Tg 4.10; 1 Pe 5.6) e receber a purificação pelo sangue de Jesus (cf. At 22.16; 1 Co 6.11; Tt 3.5; 1 Jo 1.7,9; Ap 1.5).

    Em resumo
    O Antigo Testamento marra histórias de pessoas piedosas que nos servem de modelo e exemplo (cf.1 Co 10.1-13; Hb 11; Tg 5.16-18), mas ele vai além disso; ele (o AT) “ele nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados” (Gl 3.24).
  • Cecilia Bernardo
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